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Nikolas Ferreira cobra de Davi Alcolumbre votação de impeachment de Dias Toffoli
Manifestação ocorre após relatório da Polícia Federal apontar possível suspeição do ministro em caso envolvendo o Banco Master.
Por Thais Cutrim
19 de Fevereiro de 2026 às 08:00
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) utilizou as redes sociais para cobrar do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a inclusão na pauta do pedido de impeachment do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal. Segundo o parlamentar, é “inadmissível” que o Senado permaneça inerte diante das informações que vieram a público sobre o caso envolvendo o Banco Master.
A cobrança ocorre após a Polícia Federal encaminhar ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, um relatório que defende a declaração de suspeição de Toffoli. O documento teria como base mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, que indicariam interlocução entre o empresário e o magistrado.
Em nota oficial, o gabinete de Toffoli confirmou a existência do pedido, mas classificou as acusações como “ilações”. A defesa argumentou que a instituição responsável pelo pedido não teria legitimidade para apresentá-lo, citando o artigo 145 do Código de Processo Civil, e informou que a resposta de mérito seria encaminhada diretamente à presidência da Corte.
A fundamentação jurídica foi questionada por especialistas. A advogada Anne Dias afirmou que o artigo correto para tratar da ilegitimidade seria o 146 do Código de Processo Civil, já que o artigo 145 trata das hipóteses que podem caracterizar suspeição de um julgador. Segundo ela, a Procuradoria-Geral da República tem legitimidade para apresentar pedido formal de suspeição, e, caso haja negativa do ministro, a decisão caberá ao plenário do STF.
Em um segundo comunicado divulgado na quinta-feira (12), Toffoli admitiu ser sócio da empresa Maridt, que integrou o grupo controlador do resort Tayayá até fevereiro de 2025. O ministro citou a Lei Orgânica da Magistratura para sustentar que magistrados podem integrar quadro societário e receber dividendos, desde que não exerçam função de gestão.
Na nota, Toffoli também negou ter recebido qualquer valor de Daniel Vorcaro ou de seu cunhado, Fabiano Zettel. O caso segue sob análise no Supremo Tribunal Federal e pode ter novos desdobramentos nos próximos dias.
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