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Caso Tech Office: denúncias citam suposta interferência política e investigação é acompanhada pelo STF

Acusações envolvem familiares do governador, denúncias de coação e disputas políticas; alegações ainda dependem de comprovação judicial.

Por Thais Cutrim

· 2 min de leitura

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Caso Tech Office: denúncias citam suposta interferência política e investigação é acompanhada pelo STF
Novas denúncias relacionadas ao caso Tech Office intensificaram a crise política no Maranhão e ampliaram o alcance das investigações conduzidas sob supervisão do Supremo Tribunal Federal.

Segundo as acusações divulgadas, o caso envolve supostas tentativas de interferência em investigações, coação de testemunhas e uso indevido da estrutura pública para monitorar adversários políticos. As denúncias citam integrantes da família do governador Carlos Brandão e o ex-secretário de Segurança Pública Raimundo Cutrim.
O episódio ganhou novos desdobramentos após a esposa de Gilbson Cutrim, apontado como assassino confesso no caso Tech Office, denunciar à Polícia Federal supostas ameaças e tentativas de silenciamento do marido, alegando risco de queima de arquivo.

De acordo com os relatos, Gilbson Cutrim decidiu colaborar com as investigações e prestar depoimento ao STF, na presença de delegados da Polícia Federal, apresentando informações e provas relacionadas ao caso.

As denúncias também afirmam que houve tentativas de pressionar familiares e direcionar depoimentos para incriminar outras lideranças políticas, entre elas o vice-governador Felipe Camarão e parlamentares maranhenses.

O texto ainda menciona uma decisão do STF proibindo a atuação das forças policiais estaduais em determinadas frentes da investigação, deixando a condução do caso sob responsabilidade das autoridades federais.

Além disso, o caso ganhou repercussão após a prisão do vereador Beto Castro em uma operação do Ministério Público relacionada a suspeitas de desvio de recursos públicos.

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