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Polícia investiga grupo suspeito de usar empresas e CNPJs para aplicar golpes em distribuidoras no MA

Investigação aponta que suspeitos criavam ou utilizavam empresas para realizar compras e obter produtos de distribuidoras sem efetuar os pagamentos.

Por Mila Farias

· 2 min de leitura

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Polícia investiga grupo suspeito de usar empresas e CNPJs para aplicar golpes em distribuidoras no MA
A Polícia Civil do Maranhão investiga um grupo suspeito de utilizar empresas e CNPJs para aplicar golpes contra distribuidoras no estado. Segundo as investigações, os suspeitos estariam usando pessoas jurídicas para realizar compras de produtos e, posteriormente, deixar de pagar pelos materiais adquiridos.

O esquema teria como alvo empresas distribuidoras, que forneciam mercadorias após receber pedidos feitos em nome de empresas aparentemente regulares. A suspeita é de que os investigados utilizavam diferentes CNPJs para dificultar a identificação dos responsáveis e continuar realizando novas negociações.

A investigação busca identificar todos os envolvidos e entender como funcionava a estrutura utilizada pelo grupo. Os policiais também apuram a participação de possíveis “laranjas”, pessoas que emprestariam seus nomes para a abertura ou movimentação das empresas utilizadas no esquema.

A utilização de empresas de fachada ou de CNPJs de terceiros pode dificultar o rastreamento dos responsáveis pelas fraudes, principalmente quando os negócios são encerrados ou substituídos por novas empresas após a aplicação dos golpes.

Além de identificar os integrantes do grupo, a Polícia Civil pretende levantar o número de empresas que teriam sido vítimas e calcular o prejuízo provocado pelas ações criminosas.

A investigação também deve analisar documentos, registros empresariais e movimentações financeiras relacionadas às empresas suspeitas. Essas informações podem ajudar os investigadores a identificar a ligação entre os diferentes CNPJs e descobrir quem estaria por trás das negociações.

O caso segue sob investigação, e os suspeitos ainda não foram condenados. As autoridades devem reunir novas provas antes de definir quais medidas serão tomadas contra os envolvidos.

A polícia orienta empresas que realizam vendas para outras pessoas jurídicas a redobrar os cuidados antes de liberar mercadorias, verificando informações cadastrais e a situação dos clientes. A medida pode ajudar a reduzir os riscos de golpes envolvendo empresas de fachada ou CNPJs utilizados de forma fraudulenta. 

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