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Mercado reduz previsão da inflação para 2026 e mantém estimativas para juros e PIB
IPCA esperado caiu para 3,97%, dentro da meta do Banco Central; Selic deve recuar gradualmente a partir de março.
Por Thais Cutrim
10 de Fevereiro de 2026 às 09:34
A previsão do mercado financeiro para a inflação oficial do país em 2026 foi revisada para baixo, passando de 3,99% para 3,97%, segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC). A estimativa refere-se ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação.
Pela quinta semana consecutiva, os analistas reduziram a projeção para a inflação de 2026, que permanece dentro do intervalo da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta central é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, variando entre 1,5% e 4,5%.
Para 2027, a previsão do IPCA foi mantida em 3,8%. Já para 2028 e 2029, o mercado projeta inflação de 3,5% em ambos os anos. A primeira divulgação oficial do IPCA de 2026 será feita nesta terça-feira (10) pelo IBGE, com o resultado referente ao mês de janeiro.
Em dezembro, a inflação ficou em 0,33%, influenciada pelo aumento nos preços de transportes por aplicativo e passagens aéreas, acima dos 0,18% registrados em novembro. Com isso, o IPCA acumulou alta de 4,26% em 2025.
Selic e política monetária
A principal ferramenta do Banco Central para controlar a inflação é a Taxa Selic, atualmente fixada em 15% ao ano, o maior nível desde julho de 2006. Apesar da desaceleração da inflação e da queda do dólar, o Comitê de Política Monetária (Copom)* manteve os juros inalterados pela *quinta reunião seguida.
Segundo o BC, a expectativa é iniciar a redução da Selic na reunião de março, caso o cenário econômico continue favorável. O mercado projeta que a taxa caia para 12,25% ao ano até o fim de 2026, recuando para 10,5% em 2027, 10% em 2028 e 9,5% em 2029.
PIB e câmbio
O boletim Focus manteve em 1,8% a previsão de crescimento da economia brasileira em 2026 e 2027. Para 2028 e 2029, a estimativa é de expansão de 2% ao ano.
No terceiro trimestre de 2025, o PIB cresceu 0,1%, resultado considerado estável pelo IBGE, impulsionado principalmente pelos setores da indústria e da agropecuária. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está prevista para 3 de março. Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, o quarto ano consecutivo de alta.
Em relação ao câmbio, a previsão do mercado financeiro indica que o dólar deve encerrar este ano cotado a R$ 5,50, patamar que deve se manter até o fim de 2027.
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