
Segundo Evelyn Ramírez, integrante da Portas Abertas no México, o clima é de tensão. “As ruas estão vazias. Escolas e comércios estão fechados. As pessoas não conseguem sair de suas casas”, relatou.
Líderes cristãos afirmam ter recebido ameaças. O pastor Juan Manuel Ruiz relatou que orientações foram dadas para que as atividades fossem canceladas. “Disseram para ficarmos em casa e cancelar as atividades. Se desobedecermos, podemos ser mortos”, afirmou.
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