Gilberto Ducarmo foi condenado a 16 anos de prisão pela morte de Antônio Assis, ocorrida em 12 de novembro de 2023, no município de Santa Luzia do Paruá, no Maranhão. O julgamento aconteceu no dia 9 de setembro deste ano, durante uma sessão do Tribunal do Júri da comarca.
Segundo informações do processo, Gilberto e Antônio eram amigos e faziam uso de drogas. No dia do crime, os dois estavam juntos quando começaram uma discussão. Conforme os autos, uma das possíveis razões para o desentendimento teria sido o fato de Antônio ter chamado Gilberto de “corno”. O processo também aponta outra possibilidade para o início da briga: um suposto desacerto relacionado a uma negociação de drogas entre os dois.
Durante a discussão, segundo a acusação, Gilberto pegou uma pedra de concreto e atingiu Antônio com força na região da cabeça. O impacto provocou ferimentos graves. Conforme registrado no processo, fios de cabelo da vítima ficaram presos na pedra utilizada na agressão.
Antônio chegou a ser socorrido e encaminhado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O caso passou a ser investigado e posteriormente foi levado a julgamento pelo Tribunal do Júri de Santa Luzia do Paruá.
A sessão que analisou o caso foi presidida pela juíza Giulia Pires de Brito, titular da comarca. Ao final do julgamento, Gilberto Ducarmo foi condenado a 16 anos de reclusão pela morte de Antônio Assis.
O julgamento fez parte de uma série de sessões realizadas pelo Tribunal do Júri de Santa Luzia do Paruá entre o fim de agosto e o início de setembro. Além do caso de Gilberto, outros quatro processos foram analisados durante a pauta.
A condenação encerra, na esfera do Tribunal do Júri, o julgamento relacionado à morte de Antônio Assis. As informações sobre a motivação do crime, incluindo a ofensa e o possível desacerto envolvendo drogas, são apresentadas conforme os elementos registrados nos autos do processo.