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Protesto de ex-motoristas bloqueia terminal e agrava crise no transporte público em São Luís
Demissões sem pagamento e falta de repasses da prefeitura levam à paralisação de empresas e deixam passageiros sem ônibus na capital.
Por Thais Cutrim
30 de Março de 2026 às 14:10
Um protesto de ex-motoristas da empresa Expresso Rei de França, antiga 1001, provocou congestionamento e transtornos no transporte público na manhã desta segunda-feira (30), nas regiões da Cohab e Forquilha, em São Luís.
Cerca de 30 a 40 manifestantes interditaram a entrada e saída do Terminal de Integração da Cohab, na Avenida Jerônimo de Albuquerque, impedindo a circulação de ônibus urbanos e semiurbanos. Com isso, uma longa fila de coletivos se formou, alcançando a região da Forquilha, enquanto passageiros desciam dos veículos e seguiam a pé. Os trabalhadores, demitidos na última quinta-feira (26), cobram o pagamento de salários atrasados e outros direitos trabalhistas. Segundo eles, os valores não foram quitados após o desligamento.
A paralisação ocorre em meio a uma crise mais ampla no sistema de transporte da capital. As empresas Expresso Rei de França e Expresso Grapiúna, que integram o Consórcio Via SL, suspenderam temporariamente suas operações desde a última quarta-feira (25), alegando incapacidade financeira para manter os serviços.
De acordo com as empresas, a crise é resultado da falta de repasses de subsídios por parte da Prefeitura de São Luís. Os valores referentes aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2025 não teriam sido pagos integralmente, comprometendo a operação e provocando atrasos salariais.
A interrupção dos serviços afetou diversas regiões da cidade, causando acúmulo de passageiros nos terminais. Como medida emergencial, a Agência Estadual de Mobilidade acionou outras empresas para manter parte das linhas em funcionamento.
Equipes da Guarda Municipal e da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) estiveram no local para tentar negociar a liberação do terminal. Até o momento, não há informações sobre acordo entre os manifestantes, empresas ou autoridades.
A retomada total do serviço, segundo o consórcio, depende da regularização dos repasses financeiros, enquanto o sistema de transporte público de São Luís segue sob pressão e alvo de decisões judiciais que cobram melhorias no atendimento à população.
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