A Polícia Civil do Maranhão informou que a principal linha de investigação sobre o ataque que matou a gestante Samira Costa Correia e o filho dela, Yan Kaleb Costa Santos, de 4 anos, em São João Batista, aponta que o crime foi motivado pela mudança de facção criminosa do companheiro da vítima. Segundo as investigações, o homem teria deixado um grupo criminoso para integrar uma organização rival, o que teria desencadeado a ação violenta.
De acordo com a polícia, o alvo dos criminosos era o companheiro de Samira, mas ele não foi encontrado no momento do ataque. Os suspeitos invadiram a residência da família e efetuaram diversos disparos. Samira, que estava grávida de três meses, e o filho de 4 anos foram atingidos e morreram ainda no local. O marido da vítima conseguiu escapar do atentado.
As investigações identificaram os envolvidos no crime e, durante uma operação realizada pelas forças de segurança, dois suspeitos foram localizados. Um deles morreu após trocar tiros com policiais, enquanto outro foi preso. As equipes seguem em busca de outros participantes do ataque, que já foram identificados pelas autoridades.
Segundo a Polícia Civil, o caso está relacionado à disputa entre facções criminosas que atuam na região da Baixada Maranhense. A corporação trabalha para capturar todos os envolvidos e concluir o inquérito, que deverá detalhar a participação de cada suspeito na execução do crime.
A morte de Samira e do filho causou grande comoção no município de São João Batista. O caso mobilizou uma força-tarefa das polícias Civil e Militar, que reforçaram as ações na região para localizar os suspeitos e prevenir novos episódios de violência relacionados à atuação de organizações criminosas.