O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o homem apontado como responsável por disparos durante um jantar realizado no último dia 25, em Washington, teria escrito um manifesto com teor anticristão e incitado ataques contra autoridades do governo.
De acordo com a agência Associated Press, o suspeito, identificado como Cole Allen, de 31 anos, enviou mensagens a familiares antes do atentado, nas quais se descrevia como “assassino federal amigável”. A polícia foi acionada após parentes comunicarem o comportamento suspeito. As investigações indicam que Allen planejava atingir integrantes do governo presentes no evento, realizado no hotel Washington Hilton. Ele teria adquirido armas legalmente e tentado entrar no local com uma pistola semiautomática e uma espingarda calibre 12.
O ataque foi rapidamente contido pelas equipes de segurança, mas gerou pânico entre os convidados. Houve disparos, e o presidente foi retirado às pressas do palco, enquanto participantes buscavam abrigo.
O secretário de Justiça interino, Todd Blanche, afirmou que o suspeito agiu sozinho e que o sistema de segurança funcionou ao impedir que o ataque avançasse. Segundo ele, possíveis alvos incluíam autoridades do governo e o próprio presidente.
Após o incidente, Trump classificou o episódio como a terceira tentativa de assassinato contra ele em menos de dois anos e fez um apelo por união diante do aumento da violência política.
Agentes do FBI realizaram buscas na residência do suspeito, na Califórnia, como parte das investigações que seguem em andamento para esclarecer as motivações e circunstâncias do caso.
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